De que trata o artigo: Nessa edição veremos como aprimorar a segurança da edição dos posts e como inserir tags – recurso amplamente conhecido nas aplicações Web 2.0.


Para que serve:
Aprenderemos como criar métodos para verificar a autoria de um post e como inserir a categorização por tags em uma entidade.

Em que situação o tema útil: Diversos aplicativos utilizam tags para organizar a informação do usuário. Esse já é um conhecido recurso que facilita a localização de informações e será visto nessa edição. Além disso, será mostrado nessa coluna como otimizar a segurança na edição dos posts.

Nas últimas edições da WebMobile, programamos no blog a autenticação através do Authlogic. Nessa edição, vamos aperfeiçoar a edição de posts para somente usuários autenticados fazerem ajustes em seus respectivos posts e criaremos no blog a lista de categoria. Além disso, veremos como criar um sistema de tags para os posts do blog (ler Nota DevMan 1).

Nota DevMan 1. Relembrando

Ruby é uma linguagem livre criada em 1995 no Japão, com sintaxe simples, orientada a objeto, extensível e com possibilidade de adição de novas classes e modificação de métodos em runtime.

O Rails é um framework criado em 2004, escrito em Ruby, que possui interessantes características de desenvolvimento ágil. Entre essas características estão:

  • o modelo MVC: modelo de arquitetura de aplicações que visa separar a lógica da aplicação (Model) da interface do usuário (View) e do fluxo de aplicação (controller). Com isso, tem-se uma maior organização da aplicação e uma facilidade na manutenção do código;
  • o uso de convenção sobre configuração: em outros frameworks, é necessário a configuração de vários arquivos para determinar o funcionamento da aplicação. No Rails, são criadas convenções universais para o aplicativo, como o padrão de nomeação das tabelas.
  • DRY (Don't repeat yourself): o conceito de não se repita significa economizar tempo e código com operações que podem ser re-aproveitadas, como, a exibição de formulário de edição e criação de novos dados. Esse conceito está presente em todo framework para que o programador não perca tempo reinventando a roda.
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