Esse artigo faz parte da revista Java Magazine edição 64. Clique aqui para ler todos os artigos desta edição

white; COLOR: red; FONT-FAMILY: Verdana; moz-background-clip: -moz-initial; moz-background-origin: -moz-initial; moz-background-inline-policy: -moz-initial">

EXT-ALIGN: left" align=left>Em que situação o tema é útil:

No gerenciamento projetos onde estão envolvidos vários desenvolvedores, viabilizando que o código-fonte possa ser manipulado de forma cooperativa.

 

Controle de Versões com Subclipse:

A utilização de sistemas de controle de versão é essencial para evitar situações de perda de código-fonte e retrabalho em função de modificações efetuadas por diferentes desenvolvedores simultaneamente. O Subversion é uma solução completa e que permite um excelente controle do projeto, enquanto que o plug-in Subclipse é ideal para usuários que utilizam a IDE Eclipse no desenvolvimento de aplicações.

 

É comum ocorrer dentro das equipes de desenvolvimento problemas relativos à falta de controle sobre os arquivos do projeto, gerando complicadores como perda de versões anteriores de código, problemas em manter diferentes versões do sistema ao mesmo tempo, falta de controle de histórico de alterações efetuadas no projeto, ou mesmo um dos integrantes sobrescrever o código de outra pessoa por acidente, resultando na perda de horas de trabalho.

Situações como essa podem ser comuns a equipes que não utilizam uma solução automatizada de controle de versão. Este artigo irá apresentar uma solução que vem ganhando destaque atualmente, o Subversion, juntamente com o seu plug-in para Eclipse, o Subclipse.

Um sistema de controle de versões rastreia e controla todos os artefatos do projeto (código-fonte, arquivos de configuração, documentação, entre outros) a fim de coordenar o desenvolvimento em paralelo dos integrantes da equipe. O seu uso proporciona os seguintes benefícios:

·         Controle do histórico: facilidade em desfazer e analisar o histórico do desenvolvimento de arquivos, como também facilitar o resgate de versões mais antigas e estáveis. É possível analisar cada alteração, desde a primeira versão até a última;

·         Trabalho em equipe: um sistema de controle de versão permite que diversas pessoas trabalhem sobre os mesmos documentos ao mesmo tempo e minimiza muito os possíveis conflitos de edições;

·         Controle de versões estáveis: é possível marcar onde é que o projeto estava com uma versão estável, podendo ser facilmente recuperado;

·         Ramificação de projeto: é possível dividir o projeto em diversas linhas de desenvolvimento, que podem ser trabalhadas paralelamente.

       

Todos os arquivos e pastas/pacotes que compõem um projeto ficam sob a responsabilidade do sistema de controle de versões num local denominado de repositório, ou servidor. O repositório armazena e cataloga cada alteração realizada em arquivos e diretórios controlados.

À medida que o projeto evolui, o repositório passa a guardar múltiplas versões dos arquivos que compõem o projeto.

As versões funcionam como uma "foto" de cada arquivo do projeto em um determinado momento do tempo. As "fotos" antigas são mantidas e podem ser recuperadas e analisadas a qualquer momento.

Para economizar espaço, apenas as diferenças entre as versões costumam ser armazenadas no repositório. Quando se deseja recuperar determinado arquivo, as diferenças são analisadas e o arquivo é remontado de acordo com a versão desejada.    

...

Quer ler esse conteúdo completo? Seja um assinante e descubra as vantagens.
  • 473 Cursos
  • 10K Artigos
  • 100 DevCasts
  • 30 Projetos
  • 80 Guias
Tenha acesso completo