O artigo traz uma síntese comparativa de informações acerca das funcionalidades oferecidas por expressivas plataformas disponibilizadas como serviços (PaaS) em cloud computing: a Jelastic, a CloudBees e a Cloud Foundry.
ArtigosJavaCloud computing em evidência com Eclipse
Artigo do tipo Tutorial
Recursos especiais neste artigo: Contém nota Quickupdate.
Cloud computing
em evidência Os anos mais
recentes estão servindo de terreno fértil para a disseminação de novas
vertentes de trabalho para a maioria dos profissionais ligados à tecnologia da
informação. A abertura de espaços na nuvem vem contribuindo para um verdadeiro
êxodo de infraestruturas computacionais privadas e de softwares para o meio da
computação em nuvem. Antes, um conceito “nebuloso”, no entanto, desde o início
desta década, as empresas e os desenvolvedores independentes já estão traçando
seus planos de negócios com visões empreendedoras, agora, rumo a um degrau mais
elevado onde se oferta como serviço, a própria plataforma de desenvolvimento de
sistemas. Os proveitos técnicos e financeiros têm superado as mais otimistas
expectativas e o assunto está sempre na pauta de congressos, publicações,
fóruns e eventos da área, podendo-se afirmar, com aceitável convicção, que é
chegada a hora e a vez das plataformas como serviço em cloud computing.
Em que situação
o tema é útil Distinguir as
inúmeras plataformas como serviço, avaliar e testar as constantes novidades de
se programar em cloud computing, além de compreender as vantagens e as
limitações deste ambiente, complementam a formação e a prática de qualquer
profissional Java. Naturalmente, esta experiência particular fará toda a
diferença quando a empresa em que trabalha, ou o seu próprio cliente, adquirir
plena consciência da inegável tendência dos negócios de TI rumo à nuvem,
exigindo publicações de projetos cada vez mais urgentes, cada vez menos
dispendiosos e cada vez mais disponíveis e escaláveis.
A população de São Paulo está
estimada em mais de 11 milhões de habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) (Links).
Para perceber o que levou a cidade a tal condição, seria necessário pesquisar a
história desde a sua fundação, há mais de 400 anos, fazendo analogias com a
criação dos primeiros núcleos urbanos da Mesopotâmia, há mais de 4.000 anos
a.C.. Certamente, em todos os casos, o homem sempre foi movido pela sua inclinação
natural de viver em grupos, caracterizados pela colaboração mútua entre os seus
membros e pela partilha dos recursos disponíveis. E foi justamente esta
tendência humana uma das maiores razões que impulsionou a expansão da civilização,
que continua seguindo tendências, muitas delas procurando satisfazer a
persistente vocação do ser humano de socialização.
O século XX culminou com a era
da informação e da comunicação, tão evidenciada pelo surgimento da internet e,
consequentemente, da web. Assim como a formação e o desenvolvimento das cidades,
a evolução da web esteve e ainda está orientada a tendências e, a partir de um
determinado momento, passou a admitir, encorajar e valorizar a colaboração dos
internautas na elaboração dos conteúdos pertencentes às suas aplicações. Foi a
cristalização da web 2.0. Na sequência, a web passou a induzir o
compartilhamento de recursos computacionais de hardware virtualizados (Infrastructure
as a Service – IaaS) e de software (Software as a Service – SaaS), por
meio da nuvem de servidores na internet, tal como um modelo descentralizado de
computação em grid. Este salto
impactou e continua a impactar a forma de trabalhar de todos os envolvidos em
TI, levando-os a uma dedicação exclusiva apenas em seus processos de negócio, afastando-se
das previstas dores de cabeça originadas pela construção de datacenters e das
questões relativas à contratação de pessoal para mantê-los em funcionamento.
De tendência, a incipiente computação
em nuvem (cloud computing) aglutinou
outras tecnologias (como a Arquitetura Orientada a Serviços, ou Service
Oriented Architecture –
SOA) e vem transformando-se em uma realidade que começa a ser bem difundida
entre as organizações de todo o globo. Neste nível, o compartilhamento de
recursos atinge o campo de ação de plataforma como serviço (Platform as a Service – PaaS),
oferecendo aos desenvolvedores (inclusive aos da plataforma Java) todo um
ambiente remoto (off-premise)
necessário ao cumprimento do ciclo de vida de seus projetos, do planejamento à
manutenção. O meio corporativo, ao contratar recursos computacionais de
armazenamento, memória e processamento – além de softwares, sistemas
gerenciadores de banco de dados e demais serviços – diretamente da nuvem,
passam a pagar somente pelas cotas que realmente usam desses recursos fornecidos
pelos provedores (utility computing),
em uma infraestrutura remota, ou nuvem pública. Aqui estão envolvidos conceitos
de escalabilidade, elasticidade, virtualização, disponibilidade, balanceamento
de carga etc., já publicados em outras edições da revista Java Magazine (em
especial, os números 71 e 100).
No Brasil, o investimento em infraestrutura
dentro de um firewall local (on-premise)
ainda é praticado de forma expressiva, verificado na crescente compra de
servidores pelas empresas, levando a um adiamento da possível migração da
arquitetura de suas nuvens privadas para as públicas. O nosso caso envolve não
somente limitações técnicas, como também certa rigidez inicial das culturas
organizacionais, assim como aconteceu na resistência inicial do brasileiro em
adquirir produtos e serviços por meio do comércio eletrônico. A desconfiança em
manter dados e aplicativos em artifícios estruturais de terceiros ainda é
evidente entre as instituições nacionais, mesmo com todas as políticas de
segurança e privacidade assinadas pelos provedores de nuvem. Em contrapartida,
essas políticas são, em linhas gerais, muito mais eficazes do que aquelas
adotadas no interior das próprias corporações.
Uma boa perspectiva para o
avanço da computação em nuvem no Brasil é a universalização da banda larga,
comprovada pela mais recente pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação
e comunicação, elaborada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) (Links). O estudo revela que a conexão
via banda larga fixa (por meio das tecnologias a cabo e DSL) é a utilizada por
68% dos domicílios brasileiros com acesso à internet, paralelamente a um claro
crescimento da banda larga móvel. Uma conexão com velocidade de download mais
elevada seria o primeiro pré-requisito para a utilização dos serviços na nuvem
no meio empresarial. Novamente, as estatísticas mostram que as velocidades mais
comuns contratadas pelas entidades nacionais estão localizadas no intervalo de
1 Mbps a 10 Mbps, representando 39% do total. Contudo, ainda é muito comum
conexões com velocidades máximas para download inferiores a 1 Mbps (33%).
Junto ao cenário apresentado,
uma crescente oferta de provedores de serviços na nuvem tem sido
disponibilizada ao mercado de TI, vindo de encontro à consolidação do modelo de
PaaS. Apesar de haver situações em que a cloud computing não seja a solução
mais adequada ao negócio, a gama de possibilidades dedicadas ao desenvolvedor, aliadas
a baixos custos, pode ser determinante na escolha por um serviço na nuvem. É uma conduta frequente cada fornecedor prover suas
próprias APIs de desenvolvimento, ao lado de opções proprietárias de banco de
dados. No entanto, nem sempre, o fato é uma alternativa desejável, por
vincular a aplicação em determinada arquitetura, gerando restrições de
portabilidade e de interoperabilidade. Isto dificultaria a integração entre
sistemas e até mesmo a mudança do aplicativo para outro provedor, ou de
ambientes domésticos e híbridos para aqueles terceirizados.
Deste
modo, a partir de agora será exposto um estudo comparativo de três soluções de
plataformas como serviço que procuram viabilizar uma maior flexibilidade
ao desenvolvedor diante do controverso lock-in
provocado por tecnologias específicas, certamente não padronizadas. Na
diversidade de plataformas emergentes em cloud computing, foram selecionadas a Jelastic,
a CloudBees e a Cloud Foundry, por estarem aparelhadas com engrenagens destinadas
a hospedar aplicações Java. Ao final, será demonstrado o ciclo de vida completo
de um aplicativo Java para a web em um desses provedores, verificando-se a
facilidade e a rapidez favorecidas pela hospedagem na nuvem pública.
Recomendamos começar pelo Plano de Estudo Carreira Programador Front-End. Essa área da programação é mais visual e intuitiva, tornando-a ideal para iniciantes. No Front-End, você aprenderá a criar a parte visual dos sites, como layout, cores e interatividade. Depois de dominar o Front-End, você pode avançar para Programador Back-End, onde aprenderá a lidar com a lógica e o funcionamento interno dos sites, e, finalmente, para Programador Mobile, focando no desenvolvimento de aplicativos para smartphones. Nossa metodologia é estruturada de forma progressiva para garantir que você desenvolva confiança e experiência ao criar projetos reais, como sites estáticos e dinâmicos.
Em quanto tempo vou me tornar um programador?
O tempo necessário para se tornar um programador varia de acordo com a dedicação de cada estudante. Com nossa metodologia, que inclui um Plano de Estudo detalhado e suporte contínuo, você pode se tornar um programador de 6 meses a um ano, dependendo do seu ritmo e esforço. Nossa abordagem prática e orientada a projetos ajudará a acelerar seu aprendizado.
Eu preciso de um diploma de faculdade para começar a atuar como programador?
Não. Ser programador é uma excelente oportunidade para quem não possui diploma de faculdade. Muitas empresas contratam baseadas nas habilidades técnicas e experiência prática, não necessariamente em diplomas. Após conquistar uma vaga, você pode optar por complementar sua formação com um diploma.
Por que a programação se tornou a profissão mais promissora da atualidade?
A necessidade de programadores cresceu exponencialmente, especialmente após a pandemia de Covid-19, que forçou muitas empresas a se adaptarem ao digital. Com o crescimento das empresas de tecnologia, a demanda por programadores aumentou. Atualmente, há mais de 200 mil vagas abertas no Brasil devido à falta de profissionais qualificados.
Metodologia
Quais são os principais diferenciais da DevMedia?
Didática e Metodologia
Com mais de 20 anos de experiência, nossa metodologia foca em menos aulas e mais prática. Desenvolvemos dezenas de projetos e exercícios para ajudar você a se tornar um programador completo. Nossos projetos são desafiadores e autênticos, não apenas exercícios repetitivos.
Projetos reais e exercícios
Você desenvolverá diversos projetos práticos em cada carreira (Front-End, Back-End e Mobile), recebendo mentoria e suporte contínuo. A prática é essencial, e oferecemos milhares de exercícios para ajudar você a fixar o conteúdo e melhorar sua posição no ranking.
Suporte ao aluno
Nossa plataforma oferece suporte dedicado com professores experientes, respondendo suas dúvidas em menos de uma hora. Isso garante que você receba a ajuda necessária durante toda a sua jornada de aprendizado.
Gamificação
A DevMedia utiliza gamificação para tornar o aprendizado mais envolvente e motivador. Você acumula pontos e moedas por acertos, que podem ser trocados por produtos e customizações no seu card pessoal. Além disso, o sistema de ranking mensal incentiva a competição amigável e a melhoria contínua.
O que eu irei aprender estudando pela DevMedia?
Ao estudar conosco, você se tornará um programador Full Stack, dominando Front-End, Back-End e Mobile. Utilizamos a linguagem JavaScript, a mais utilizada no mercado, preparando você para criar sistemas webs e aplicativos celulares. Nossa abordagem prática inclui exercícios para fixar o conhecimento e desenvolvimento de projetos reais que te preparam, para o mercado de trabalho.
Quais as vantagens de aprender programação através da linguagem JavaScript?
Ela é Multiplataforma, ela vai te permitir programar para web e para celulares utilizando praticamente a mesma sintaxe.
Elá é Full Stack. Ela te permite criar aplicações Front-end, Back-end e Mobile. Isso acelera muito sua carreira e aumenta suas possibilidades de pegar trabalhos autônomos e conquistar uma vaga no mercado.
Ela é fácil de aprender. Como ela não exige conhecimento inicial em “Orientação a Objetos” ela se torna mais simples com uma curva de aprendizado suave e vai te permitir começar a programar mais rápido do que outras linguagens
A plataforma oferece certificados?
Sim, oferecemos dois tipos de certificados: o certificado de conclusão, que você adquire ao consumir o conteúdo, e o certificado de autoridade, que você obtém ao acertar exercícios. Ambos possuem carga horária, que pode ser utilizada para fins acadêmicos, como atividades complementares na faculdade, e também para comprovações em processos seletivos ou no seu currículo.
A plataforma tem suporte ao aluno, como funciona?
Sim, temos uma equipe de programadores pronta para ajudar com todas as suas dúvidas! Durante o horário comercial, o tempo médio de resposta é de até 10 minutos. E não se preocupe, também oferecemos suporte à noite e nos finais de semana, com um prazo de resposta um pouco maior.
A DevMedia me forma como programador Full Stack?
Sim! Oferecemos uma formação completa, do zero até Full Stack. Nosso foco é na prática, então você vai encontrar muitos exercícios e projetos reais ao longo do curso. Garantimos que você sairá com a autonomia necessária para desenvolver seus próprios projetos com confiança!
Tem horário para as aulas?
Não, não temos horários fixos para as aulas. Todo o nosso conteúdo está disponível para você acessar a qualquer momento, permitindo que você estude conforme sua própria disponibilidade e ritmo. Dessa forma, você pode integrar o aprendizado à sua rotina de maneira mais flexível e eficaz.
Por que a DevMedia não usa videoaulas em sua didática?
Nosso foco principal é formar programadores de verdade. Sabemos que o dia a dia de um programador envolve muita leitura, interpretação e escrita de código. Por isso, nosso conteúdo é desenvolvido para ambientar você nesse processo desde o início, proporcionando mais autonomia e acelerando seu aprendizado.
Na vídeo-aula é o professor que está lendo, interpretando e escrevndo o código para você, isso limita o seu progresso. Ao ler e interagir diretamente com o conteúdo, você exercita sua capacidade de leitura e concentração, além de poder avançar no seu próprio ritmo. Dessa forma, você se torna um programador mais independente e preparado para os desafios reais do mercado.
Preciso de um computador específico para estudar na DevMedia?
Não é necessário nada específico. Qualquer computador com processador atual e memória de 8 GB é suficiente.
Eu consigo estudar pelo celular?
Sim, a DevMedia possui um aplicativo que te permite seguir com seus estudos de qualquer lugar.
A DevMedia tem aplicativo?
Sim, nosso aplicativo está disponível na Play Store e na Apple Store, permitindo que você estude de forma prática e conveniente em qualquer lugar.
Preciso estar na faculdade para acompanhar os estudos na DevMedia?
Não, a faculdade não é necessária. Você não precisa de nenhum conhecimento prévio para iniciar os estudos na nossa plataforma.
Assinatura e Pagamentos
Quais são os planos de assinatura disponíveis?
Oferecemos o plano anual, o valor total é lançado no cartão de crédito, parcelado em 12 vezes, e você precisa dispor do valor total no limite do seu cartão. Você também pode optar por pagar no PIX
Adquirindo o plano, terei acesso a todo o conteúdo?
Sim, ao assinar nossa plataforma, você desbloqueia acesso total a todo o nosso conteúdo, sem precisar comprar nada separadamente.
A plataforma tem planos vitalícios?
Não, nossos planos são anuais, garantindo que você tenha acesso contínuo às atualizações mais recentes e aos novos conteúdos. A tecnologia evolui rapidamente, e um plano vitalício oferece um conteúdo estático que se tornará ultrapassado em pouco tempo. Com nossos planos anuais, você está sempre à frente, aprendendo as novidades e tendências mais atuais no mundo da programação.
A DevMedia tem fidelidade?
Sim, nosso plano tem uma fidelidade de 12 meses, o que garante o tempo ideal para você explorar nosso conteúdo e desenvolver a autonomia necessária para trabalhar com programação.
Como funciona o cancelamento?
Nós garantimos seu direito de cancelamento com reembolso total dentro dos primeiros 7 dias.
Para que você aproveite ao máximo seu investimento, oferecemos suporte personalizado para orientá-lo na utilização da plataforma. Também temos a opção de transferência de titularidade do plano, permitindo que outra pessoa aproveite o restante do seu período de assinatura.
Cadastro
Como excluir meus dados da plataforma?
Para excluir seus dados da plataforma, acesse o link : https://www.devmedia.com.br/fale-conosco/ e abra um protocolo de 'Exclusão de dados'. Nossa equipe processará a solicitação e removerá todas as informações do seu cadastro.
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