Do que se trata o artigo:

Neste artigo veremos como gerenciar ambientes completos de TI com a família de produtos System Center da Microsoft

Em que situação o tema útil:

Imagine gerenciar ambientes complexos, com dezenas de produtos diferentes, que vão desde o sistema operacional das estações, até gerenciadores de documentos (GED) e de impressão customizados, além de aplicações web. É neste cenário que está inserida a importância deste artigo.

Resumo DevMan:

Este artigo demonstra algumas dificuldades que uma equipe de gerenciamento de TI enfrenta e como o uso de produtos da família System Center irá ajudar a controlar e gerenciar o ambiente completo e de forma unificada.

Gerenciar ambientes atualmente se tornou um desafio em razão da complexidade apresentada. Quando trabalhávamos no início da informática no Brasil, a linguagem de programação era Clipper, o sistema operacional era COM ou DOS e a plataforma de redes era Novell. Podíamos visitar dezenas de empresas que encontraríamos sempre os mesmos ambientes.

Hoje em dia, ao questionar ou visitar ambientes de clientes, frequentemente nos deparamos com os sistemas operacionais Windows e Linux, linguagens de programação como .NET, Java ou PHP, gerenciadores de banco de dados como SQL Server, Oracle, Firebird, dentre outros. Conhecer o ambiente do cliente, portanto, está mais difícil, não sendo à toa que levantamentos de ambiente para execução de projetos de reestrutura sejam tão comuns.

Agora imagine gerenciar estes ambientes, com dezenas de produtos diferentes, que vão desde o sistema operacional das estações até gerenciadores de documentos (GED) e de impressão customizados, além de aplicações web.

Somado a isto, ainda temos a necessidade e requisito de alta disponibilidade, não só do sistema operacional, mas de cada parte das aplicações e serviços individuais de rede.

Complexidade dos ambientes atuais

Quais seriam os problemas que a falta de ferramentas automatizadas para gerenciamento poderia trazer? Vejamos alguns deles e com certeza encontrará similaridades com situações já vivenciadas:

· Paradas de produção não planejadas: Ao não perceber erros e problemas quando estes começam a ocorrer, deixamos que o ambiente chegue ao estado crítico de parada do serviço;

· TI reativa e não proativa: Em ambientes não gerenciados os problemas são descobertos pelos usuários, quando não conseguem usar algum recurso, fazendo com que o seu sistema de alarme acabe sendo os usuários;

· Ambientes desorganizados e desconhecidos: A organização não sabe o que possui e muito menos quando algum dos componentes falha;

· A empresa não tem padrão para suporte: O mesmo problema é resolvido para diversos usuários, por vários técnicos e muitas vezes de formas diferentes e repetitivas;

· Procedimentos inadequados: Ao resolver um problema o técnico precisa procurar a solução individualmente e não registra em nenhum lugar;

· Dificuldades de comunicação com o usuário: Usuários não sabem a causa nem a sequência de um problema, apenas o sintoma. Sem sistema de gerenciamento é necessário “adivinhar” o que está acontecendo e depender do usuário para executar as correções;

· Muito tempo gasto com os mesmos problemas: Sem a base de conhecimento, um erro em cascata pode ser resolvido para diversos clientes ou equipamentos, na maioria das vezes atacando o sintoma e não a causa;

· Malefícios do parque desconhecido: Sem o parque inventariado, investimentos em hardware são para pessoas e não para aplicações, ou seja, “ganha” máquina nova quem grita mais alto e não quem tem necessidade de melhor equipamento;

· Licenciamento incorreto ou inexistente: Compra-se licença para 100 usuários quando apenas 60 realmente usam o software, mas o inverso também ocorre com frequência. Em outras situações, quem precisa de um software não tem a licença e esta pode estar instalada em outro equipamento para um usuário que não a utiliza;

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