Problemas relacionados ao uso de SGBDs XML Nativos - Revista SQL Magazine 104

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Este artigo apresenta um conjunto de análises a respeito do uso de bancos de dados XML nativo. Serão listados alguns parâmetros utilizados nas análises e os problemas atuais deste tipo de banco devido à sua imaturidade e a pouca padronização das tecnologias envolvidas.

Do que se trata o artigo

Bancos de dados XML permitem a manipulação de documentos XML de forma nativa. Este artigo apresenta um conjunto de análises a respeito do uso de bancos de dados XML nativo. Serão listados alguns parâmetros utilizados nas análises e os problemas atuais deste tipo de banco devido à sua imaturidade e a pouca padronização das tecnologias envolvidas.


Em que situação o tema é útil

O trabalho apresentado neste artigo tem a finalidade de embasar o leitor com dados científicos para auxiliá-lo na decisão sobre a utilização ou não dos bancos de dados XML nativo. Com isso, o usuário terá um ponto de partida para realizar análises mais detalhadas a respeito da escolha de qual tipo de banco de dados deverá usar com sua aplicação para resolver algum tipo de problema.

Resumo DevMan

A necessidade de se trabalhar com muitos documentos no formato XML em sistemas atuais pode levar o usuário a querer utilizar um banco de dados que suporte os mesmos e seja capaz de fornecer facilidades para tratá-los. Os SGBDs XML Nativo foram criados com o intuito de permitir que seus usuários possam trabalhar com os documentos XML da forma como eles são originalmente, ou seja, respeitando o seu caráter hierárquico.

Este tipo de banco de dados traz as mesmas funcionalidades básicas que os bancos relacionais disponibilizam aos seus usuários: inserção, alteração e deleção de dados. Além disso, o tratamento de algumas questões relacionadas à segurança das informações já foram incorporadas nos mesmos.

Porém, ainda existem problemas nestes SGBDs. Parte destes problemas é apresentada neste artigo.

A linguagem de marcação XML (eXtensible Markup Language) foi desenvolvida com o intuito de resolver alguns problemas nas linguagens SGML e HTML, e a sua utilização tornou-se frequente desde então. A crescente necessidade por armazenar e trocar informações através de documentos criados com esta linguagem nos diversos sistemas e áreas tem gerado cada vez mais demandas de armazenamento dos mesmos em sistemas gerenciadores de banco de dados (SGBDs).

Este fato fez com que os fabricantes dos bancos de dados utilizados atualmente em larga escala, chamados de SGBDs Relacionais, criassem novos módulos para suportar a manipulação e o armazenamento deste tipo de documento. Estes módulos foram inseridos nos núcleos destes SGBDs que passaram a ser chamados de SGBD XML Enabled.

As aplicações que utilizam este tipo de SGBD precisam desmembrar as informações dos arquivos XML em fragmentos de dados e inseri-los em diversas tabelas através das chamadas tuplas. Porém, estes documentos possuem um caráter estritamente hierárquico que não é compatível com a estrutura dos bancos relacionais. Isso faz com que o SGBD Relacional quebre o sentido original da informação que foi fornecida pelo usuário.

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