Façamos uma viagem ao passado, muito distante. Vamos à descoberta da escrita por volta de 3.500 anos antes de Cristo próximo à mesopotâmia. Deste dia em diante, toda informação propagada por este meio passou a registrar valor humano de uma forma intangível. Deste momento para o futuro, a cada dia, a informação passou a ser mais e mais valiosa.

Nos tempos da Roma antiga, uma mensagem podia significar a queda de todo um império. Os inimigos de Roma de posse de informações que iam do General ao Imperador poderia formar um contra-ataque que poria os planos de todo o reino a perder.

Desta época, temos notícia das primeiras incursões humanas no campo da criptografia. As famosas cifras de César, simples sistemas de substituição de algarismos, era o que permitia que um informante carregasse informações de uma parte a outra e, caso fosse interceptada, não poderia ser lida por quem não tivesse a chave de tradução.

Mas nem só de proteção lógica, como é o caso da criptografia, vive a segurança da informação. A Segurança física é de igual importância para que um determinado ativo intangível esteja seguro. De que adianta, por exemplo, uma informação criptografada num banco de dados (Segurança lógica) se não há uma porta com tranca, um guarda, monitoramento por câmeras, etc, para proteger a máquina do Banco de Dados de um intruso que entre na sala da máquina e realize uma invasão direto ao sistema operacional da máquina?

Para embasar você leitor sobre o que é Segurança da Informação e como você pode aplicar estes conceitos como desenvolvedor, começo a escrever esta série de artigos cuja primeira parte você tem em mãos. Aqui trataremos dos conceitos básicos de Segurança da Informação. Nas demais partes focaremos na implantação correta de todos os pilares de Segurança apontados neste artigo.

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