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Quando os primeiros computadores pessoais entraram no cotidiano das pessoas, o número de aplicativos era bastante limitado. O que normalmente se usava era um editor de textos e, talvez, uma planilha eletrônica. Isso funcionava com o suporte de um sistema operacional (SO) que gerenciava os recursos da máquina – processador, memória e dispositivos de entrada e saída.

Atualmente, o próprio usuário se tornou multitarefa. Em outras palavras, independente de estar usando um notebook, um tablet ou mesmo um celular, o usuário deseja manter uma série de aplicações em execução ao mesmo tempo.

Aliás, com o crescimento dos serviços disponíveis na World Wide Web nos últimos anos – o que se convencionou chamar de cloud computing ou computação em nuvem – os navegadores acabaram assumindo a função de aplicativos multifuncionais, embutindo outras aplicações dentro de si. Com essa quantidade de programas exigindo processamento, somado a um sistema operacional que precisa gerenciar vários recursos, um único processador ficaria sobrecarregado, por mais rápido que seja.

Do ponto de vista dos serviços disponíveis na nuvem, a situação é ainda mais complexa. Nesse caso, são necessários equipamentos muito mais robustos, capazes de realizar um processamento de alto desempenho e assim prover serviços de qualidade.

Contudo, a tecnologia para criar processadores mais rápidos para atender essa demanda de processamento está próxima de um limite imposto por vários fatores. Entre eles o consumo de energia para atingir velocidades de processamento mais altas e a dissipação térmica decorrente desse consumo. Sendo assim, ao invés de aumentar a velocidade de um processador, por que não aumentar o número de núcleos dos processadores?

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