Por que eu devo ler este artigo:Neste artigo iremos avaliar duas das principais ferramentas de mercado na área, o JIRA e o Ms Project, apresentando suas principais funcionalidades e como cada uma pode ser utilizada para potencializar a execução das mais diversas atividades do processo em questão.

Este tema é útil para gerentes de projetos, analistas de qualidade, além de estudantes e interessados em obter mais conhecimentos sobre ferramentas de apoio ao processo de gerência de projetos.
Autores: Emanuel Dantas Filho, Geam Carlos de Araújo Filgueira, Jannayna Domingues Barros Filgueira e Karlos Thadeu Matias Vital de Oliveira

Com a crescente necessidade das empresas em amadurecer seus processos, o modelo de Melhoria de Processos de Software Brasileiro (MPS.Br) tem se tornado um excelente guia para consolidação dessa maturidade.

Esse guia tem como objetivo determinar e aprimorar um modelo para melhoria e avaliação dos processos e serviços correlatos dentro de uma organização.

O MPS.Br está sendo desenvolvido desde dezembro de 2003, é coordenado pela SOFTEX, contando com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

O modelo está organizado em sete níveis de maturidade. Esses níveis estabelecem patamares de evolução de processos, caracterizando estágios de melhoria de implementação de processos na organização. O modelo pode ser seguido por qualquer empresa, sejam elas pequenas ou de grande porte.

A avaliação da organização, caso positiva, infere na obtenção de uma certificação de acordo com o nível de maturidade que esta alcançou. Funciona como uma espécie de selo, indicando o nível de maturidade da empresa em relação as práticas relacionadas ao desenvolvimento de software.

Cada nível possui diversas práticas associadas que medem a qualidade dos processos.

A obtenção dessa certificação infere que a organização possui capacidade de conduzir seu processo de desenvolvimento de software com mais qualidade. A obtenção da certificação também traz mais visibilidade para a empresa que fica conhecida nacional e internacionalmente através do site da SOFTEX que lista o nível de maturidade das empresas avaliadas.

Essas divisões nos níveis do modelo brasileiro baseiam-se nos estágios de maturidade do CMMI. Tanto o MPS.Br quanto o CMMI definem metas, os resultados esperados, para cada um dos níveis de maturidade. O CMMI determina 5 etapas de maturidade que variam de 1 a 5 sendo divido em Inicial (nível 1), Repetível (nível 2), Definido (nível 3), Gerenciado (nível 4) e Otimizado (nível 5). Pode-se ver na Figura 1 uma relação entre os níveis de maturidade do CMMI e MPS.Br.

Figura 1. Comparação entre os níveis do CMMI e MPS.Br (Fonte: SOFTEX)

O modelo MPS.Br possui sete níveis de maturidade. Cada nível possui processos que precisam ser atendidos, cada qual com seus propósitos e resultados esperados. O MPS.Br define estes níveis de maturidade: A (Em otimização), B (Gerenciado Quantitativamente), C (Definido), D (Largamente Definido), E (Parcialmente Definido), F (Gerenciado) e G (Parcialmente Gerenciado). A escala de maturidade se inicia no nível G e progride até o A.

De acordo com o guia, o primeiro nível de maturidade do MR-MPS (nível G) visa nortear a organização para que ela seja capaz de gerenciar parcialmente seus projetos de desenvolvimento de software. Esse nível parcialmente gerenciado possui dois processos: Gerência de Projetos e Gerência de Requisitos.

Ou seja, desde o primeiro estágio, os processos de gerência de projetos precisam ser tratados para que as organizações progridam em ma ...

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