Artigo no estilo: Curso

Por que eu devo ler este artigo:Não há grande consenso entre os gerentes e os profissionais de infraestrutura de banco de dados a respeito da real necessidade em executar a migração ou upgrade do Banco de Dados da empresa. No entanto é nosso dever mostrar esta necessidade e, acima de tudo, executar o processo após autorização para tal.

Dependendo da versão atual do banco não será possível efetuar o upgrade diretamente para a última versão do produto. No entanto, mesmo que a versão atual permita o upgrade direto, há ainda a necessidade de definir qual a melhor metodologia a ser adotada para o processo. Apresentaremos aqui também quais os métodos disponíveis para execução da tarefa.

A discussão desse tema é útil em cenários onde a versão do bando de dados Oracle já está fora da matriz de suporte do fornecedor ou quando há uma nova funcionalidade que pode agregar muito ao desempenho e operação da aplicação em relação ao bando de dados.

Várias pessoas questionam a real necessidade em executar a migração ou upgrade do banco de dados da empresa ou mesmo de seu cliente. Muitas vezes é difícil convencer o cliente ou o gerente desta necessidade uma vez que eles apenas “olham” o banco de dados como um back-end para a aplicação principal.

Um back-end database é um banco de dados que é acessado por usuários indiretamente através de um aplicativo externo ao invés de programação armazenada dentro do próprio banco ou através de manipulação dos dados (por exemplo, comandos SQL).

Um back-end database armazena dados, mas não inclui elementos de aplicação do usuário final, tais como consultas armazenadas, formulários, macros ou relatórios.

O termo back-end database é mais utilizado entre os desenvolvedores que usam pequenos sistemas de programação de banco de dados que podem conter a programação de aplicações do usuário final no banco de dados como um único módulo. O mais comum deles é o Microsoft Access.

O desenvolvedor deve decidir se deseja incluir a programação de aplicações com os dados em um único banco ou separá-los em dois módulos, de acordo com o modelo cliente-servidor.

Para aplicações de banco de dados simples, é comum que toda a programação seja armazenada juntamente com os dados. Isto resulta em um único módulo que acaba sendo mais fácil de desenvolver.

Já no caso de aplicações mais complexas, é comum dividir os dados e os módulos de programação em um front-end e um back-end onde o front-end tem toda a programação da aplicação, incluindo interface com o usuário. Isto tem vantagens em termos de escalabilidade, desempenho e simultaneidade, mas exige maior esforço por parte do desenvolvedor. No longo prazo, pode ser mais fácil de manter e as novas versões do front-end podem ser implantadas de forma independente do back-end. Os front-end e back-end nem sempre precisam ser do mesmo tipo. Por exemplo, é possível usar um front-end do Microsoft Access com banco de dados Oracle como back-end.

Se alguém está olhando apenas através da ótica da aplicação, uma atualização de banco de dados pode ser algo totalmente inútil, pois simplesmente custa tempo, esforço e dinheiro. No entanto, sabemos que as coisas não são bem assim e atualizações são realmente necessárias.

Os fatos a seguir podem contribuir no convencimento do cliente:

1. Período de suporte Oracle para a versão vai acabar em breve ou já acabou: ainda há muitos clientes utilizando a versão 10.2, mesmo após o primeiro ano de suporte estendido gratuito ter finalizado (já a bastante tempo) - ou seja, sem correções de bugs, a menos que se desembolsse 20% a mais no contrato de suporte para obter apoio avançado para probl ...

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