Por que eu devo ler este artigo: É inegável que os processos de gestão precisam se adaptar constantemente aos desafios apresentadosdurante um projeto de desenvolvimento de software.
Na maior parte das vezes, o que vemos é que as empresas, onde os ambientes de negócios são bastante dinâmicos, sofrem demais com a pouca orientação (ou quase nenhuma) durante os trabalhos das equipes do ponto de vista do negócio.
Sem a visão dos benefícios que são gerados ao negócio ao longo do tempo, podemos dizer que equipes de desenvolvimento trabalham, muitas vezes, às cegas.
Isso se deve, em partes, à gestão ineficaz do Escritório de Gerenciamento de Projetos, que apenas reproduz em larga escala o que está definido na metodologia vigente, sem se preocupar com as características dos empreendimentos que são tocados pelo escritório.
O objetivo principal desse artigo é que ao final da leitura, as equipes de processos e metodologia tenham alguns direcionamentos que sirvam para: (1) Direcionar, do ponto de vista estratégico, a confecção de metodologias voltadas a Projetos e Programas, para que entreguem produtos de trabalho em compliance com o Plano Estratégico; (2) Definir processos e ferramentas LEAN para a criação de produtos de trabalho com alto valor agregado, de forma periódica, constante e incremental; (3) Fazer com que gestores estejam sempre munidos com informações relevantes para o gerenciamento efetivo de insumos, recursos materiais e necessidade de aquisição para as equipes.
Parte II - Por que eu devo ler este artigo: Nesse artigo definiremos as diretrizes gerais para a implantação de um Escritório de Programas (PgMO), propondo a conceituação de sua Governança por meio de controles, com a definição de processos básicos e a aplicação do modelo junto às ferramentas voltadas às práticas ágeis.
Mais do que saber “o que”, “quando” e “como” utilizar as principais técnicas descritas propostas pelos modelos Agile e suas principais vertentes voltadas à Governança LEAN, a primeira mensagem e, talvez a mais significativa é que: as técnicas e valores ágeis devem ser utilizados e adaptados de acordo com cada tipo de projeto, pois é necessário considerar a situação atual de cada time e as necessidades do negócio, para que as entregas sejam atendidas. E, acima de tudo, “olhar para dentro” de nossas equipes, entendendo de qual forma os modelos ágeis podem auxiliar a melhoria do trabalho, providenciando a sinergia necessária para empreender o retorno esperado pelo cliente em forma de benefícios tangíveis aos projetos.
Os conceitos e processos para a criação de PMOs Ágeis, os quais são o objeto de estudo desse artigo, estão definidos naquilo que chamamos de MINDSET AGILE.
Ou seja, aqui serão abordados um conjunto de técnicas, modelos e frameworks que devem ser utilizados de acordo com as necessidades de cada equipe, projeto ou empresa, orientando a criação de metodologias e processos de forma leve e fácil, com o objetivo de oferecer maior velocidade nas entregas, visibilidade dos trabalhos e foco naquilo que garanta um maior retorno do investimento feito pelo cliente.
Uma vez que adotemos um modelo baseado em AGILE temos que, impreterivelmente, passar por uma mudança cultural e na forma de nos comunicarmos. Seja no dia a dia da equipe com seus membros, como também com nossos clientes e stakeholders.
Temos como ponto de partida dessa discussão conceitos relacionado à inovação gerencial voltada a projetos de tecnologia. Propostas desse tipo têm como pré-requisito que decisões tomadas sejam pautadas por um plano estratégico, com foco na geração de benefícios tangíveis ao cliente e seus stakeholders.
Portanto, antes de qualquer coisa, é preciso que se tenha uma visão clara do panorama desejado para um determinado produto ou tecnologia, antes mesmo da execução do projeto que viabilize o mesmo.
Nesse sentido, vamos propor um estudo orientado à definição de controles para projetos através do uso de modelos que auxiliem equipes de PMO na definição estratégica do negócio e no planejamento de programas e projetos, os quais incidem diretamente na execução dos mesmos.
Mostraremos como a quebra de paradigmas na gestão de projetos pode ser feita de maneira holística, trazendo benefícios por meio da utilização de técnicas fundamentadas em conceitos de gestão estratégica de projetos, baseados em PRINCE2; tradicionais, orientadas pelo PMBOK e ágeis do SCRUM; todos podendo ser aplicados ao mesm ...
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