Integração Contínua em .NET – Parte 1
Integração Contínua em .NET: Implementação – Parte 3
Artigo no estilo: Curso
A integração contínua traz grandes vantagens para as empresas no que diz respeito a integração das diferentes partes do software sendo criado em equipe. Quem trabalha em equipe, sabe que um dos principais gargalos de tempo dentro do projeto é a integração de todas as partes, ao final.
Muitas vezes, todas essas partes, que funcionam perfeitamente individualmente, quando juntas acabam não trabalhando da mesma forma. Tal problema traz um atraso bastante grande, porque um ou mais membros da equipe precisam entender o que está acontecendo e corrigir esses problemas para que o sistema completo possa ser dado como concluído.É daí que vem talvez a principal vantagem da integração contínua. Ela traz uma ideia na qual as partes são integradas constantemente durante o desenvolvimento.
Esse tipo de ação faz com que, quando o software é dado como concluído, ele funcione como um todo, e não apenas como partes. Essa atitude evita esse gargalo de tempo ao final do projeto, aumentando a produtividade e diminuindo o tempo de projeto, um ponto que todas as empresas procuram.Porém, a CI não traz apenas benefícios e, ao longo desse artigo, iremos exibir alguns dos principais problemas que podem acontecer durante e depois da implementação desses processos. Veremos que todos eles podem ser evitados ou ao menos corrigidos, no caso de uma implementação correta.
Alguns deles, inclusive, existem apenas por uma falta de entendimento do que é e como funciona profundamente a integração contínua, e como aplicá-la adequadamente dentro da empresa.Na primeira parte dessa série trouxemos alguns elementos básicos sobre a integração contínua e alguns passos de como implementá-la corretamente dentro das empresas.
Reparamos que a integração contínua consiste de uma série de fatores que precisam ser levados em conta, desde o estilo de trabalho da equipe de desenvolvimento até o hardware utilizado. Além disso, trouxemos informações a respeito dos processos de desenvolvimento para integração contínua, bem como os tipos de construção (build) utilizados (contínuo, diário/noturno, semanal, QA (BOX 1), staging/pré-produção, release).Essa sigla representa uma série de atividades que tem como objetivo final garantir a qualidade do software que está sendo avaliado. Como sabemos, a qualidade de um software não é medida apenas pelo fato de que ele faz o trabalho bem feito, e são medidos fatores para garantir que o software vá de encontro aos requerimentos do projeto.
Esse tipo de teste é aplicado para garantir que as funcionalidades estejam funcionando corretamente, que não haja nenhum tipo de bug dentro do sistema. Essas atividades são aplicadas no software antes da produção final.A QA é baseada em alguns princípios que irão estabelecer a qualidade do software, dependendo do que está sendo medido. Alguns deles são a verificação se o produto está dentro dos parâmetros requeridos para o seu propósito e outra, obviamente, é se o software está totalmente livre de erros. Esses dois princípios são aplicados em virtualmente todos os softwares que passam por QA.
Outro ponto importante apresentado na primeira parte dessa série foram os passos para implementação da CI dentro da empresa. Vimos que a implementação da integração contínua é baseada em sete ciclos, e é muito importante que esses ciclos sejam respeitados para que haja uma implementação gradual no dia-a-dia da empresa. Esses ciclos são resumidos a seguir:
1º) Ciclo inicial, onde não há um servidor de build disponível para a empre ...
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