Scrum, XP e Manifesto Ágil: Como a agilidade lida com a complexidade

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Este artigo traz uma reflexão sobre o que é ser ágil e introduz a complexidade como cerne da questão. Você terá contato com os principais alicerces das práticas ágeis mais conhecidas (Scrum, XP e Manifesto Ágil).

Artigo do tipo Teórico
Recursos especiais neste artigo:
Conteúdo sobre Agilidade
Autores:Caio Cestari Silva e Ubiratan Padilha
Por que este artigo é útil
Este artigo traz uma reflexão sobre o que é ser ágil e introduz a complexidade como cerne da questão. Você terá contato com os principais alicerces das práticas ágeis mais conhecidas (Scrum, XP e Manifesto Ágil) e poderá entender por que esses contextos possuem sinergia com sistemas considerados complexos.

Quando pensamos em agilidade, logo nos passa pela cabeça o termo velocidade. Mas, ser ágil, segundo os valores e princípios do manifesto ágil, é ter flexibilidade e capacidades de adaptação, replanejamento e absorção de mudanças – não é entregar mais rápido. Vale aqui uma observação: uma coisa é fazer entregas rápidas (curtas) e pequenas para colher feedback o quanto antes e incrementar o produto. Outra coisa é dispor de uma lista de requisitos a serem codificados, sendo que o time de desenvolvimento tem a obrigação de fazê-lo num tempo pré-determinado e sem a possibilidade de negociação de escopo. Isso não é agilidade.

Para sermos ágeis (de verdade!) é preciso considerar a complexidade como uma importantíssima variável. Por falar em complexidade, não podemos deixar de citar Edgar Morin, um dos principais pensadores da atualidade e idealizador da Teoria da Complexidade (um combinado de Teoria Geral dos Sistemas, Teoria do Caos, Teoria das Restrições, Teoria dos Jogos, dentre outras). Morin afirma que o cenário atual das relações pessoais e profissionais precisa invariavelmente considerar não só a pluralidade de visões – já defendida anteriormente na Teoria Geral dos Sistemas –, mas também o erro e a imprevisibilidade como questões naturais do sistema. Ou seja, o objetivo da gestão não deve ser ordenar um contexto complexo, mas sim manter o sistema em certo nível de “desordem” (complexidade), para que ele possa contemplar as variações (mudanças) decorrentes das interações e do ambiente. Por exemplo, mapear detalhadamente todos os passos de um projeto e/ou definir exatamente as linhas de comando a serem implementadas pelo time de desenvolvimento não se faz necessário em contextos complexos, pois o nível de imprevisibilidade é alto e o esforço para se ter controle sobre os passos acaba não sendo eficiente.

Devemos propor a solução" [...]

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