Mesmo na informática, um ramo considerado de “tecnologia de ponta”, ainda vale o ditado “quanto mais ascoisas mudam, mais elas permanecem as mesmas” – ou até mesmo voltam para trás. Recentemente fomos testemunhas dessa “volta ao passado” em vários aspectos da informática.

Uma das coisas que mais chamam a atenção nas “novidades” recentes é a centralização. Na época dos mainframes, a maioria do processamento e armazenamento dos dados era efetuada por mainframes, muitas vezes contratados de terceiros e fisicamente localizados fora das empesas. Depois dos mainframes tivemos a “revolução do computador pessoal”, onde os usuários compravam e usavam os próprios computadores sem muita supervisão de um local centralizado. “Livrar-se dos dinossauros dos mainframes”, que “demoravam anos para fazer qualquer coisa funcionar” era visto como uma das grandes vantagens dos micros. Hoje em dia o que está na moda são coisas muito semelhantes aos mainframes: alugar servidores reais ou mesmo virtuais “na nuvem” e lá rodar a maior parte dos aplicativos, que foram na maior parte desenvolvidos para usar terminais remotos (hoje chamados “navegadores Web”). E o pessoal que cuida dos computadores centralizados (agora micros “crescidos” ao invés de mainframes) é notório pela falta de agilidade e “demorar anos para fazer qualquer coisa funcionar”.

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