De que se trata o artigo

ASP.NET Dynamic Data é um recurso que utiliza a estrutura de metadados de um conjunto de entidades para determinar o comportamento e a renderização destas mesmas entidades através de controles na interface do usuário. Uma aplicação construída sobre o Dynamic Data é capaz de gerar automaticamente todos os campos e operações CRUD (Create,Read,Update e Delete) das entidades de um modelo de dados em uma interface Web.

Em que situação o tema é útil

Aumentar a produtividade é a proposta do ASP.NET Dynamic Data, isto quer dizer que com poucos cliques e pouquíssimas linhas de código o desenvolvedor obtém uma aplicação completa com todas as operações CRUD, relacionamentos e filtros. Isto é algo muito positivo quando precisamos construir protótipos ou até mesmo em cenários onde não possuimos muito tempo para elaborar o desenvolvimento de uma aplicação.

ASP.NET Dynamic Data

Neste artigo entenderemos o mecanismo interno utilizado pelo motor de execução desta tecnologia e como podemos modificar certos aspectos de comportamento e apresentação. Baseado em um modelo de dados de uma agenda, iremos construir uma aplicação completa em poucos minutos.

O setor tecnológico vem crescendo vertiginosamente, a tecnologia vem tomando um espaço muito grande nos mercados e cada vez mais é improválvel pensar que atualmente alguém possa gerir seus negócios e trabalhar de forma eficiente com um alto volume de informações sem o apoio da informática. Isto é um fato que reflete positivamente para os profissionais da área, pois com o aumento na demanda por software muita oportunidade é gerada. Este crescimento do setor, volume das demandas, dinamismo criado no universo digital e as necessidades impostas pelo mercado obrigam as empresas do ramo de software a trabalharem com prazos cada vez menores. Diante deste cenário se faz necessário pensar em maneiras mais eficientes de contruir software, automatizar tarefas rotineiras, reutilizar biliotecas de funções e empregar a utilização de frameworks. A ideia é se tornar mais competitivo, pois menos código escrito é igual a prazo de entrega menor, menos bugs etc. Esta é a visão de quem comercializa o software, pois a intenção é maximizar os lucros e a carteira de clientes. Do outro lado da mesa temos um cliente que muitas vezes precisa alinhar suas estratégias de negócio ao software, adaptar seu sistema a uma nova legislação e por estas e outras necessidades impõe datas para a entrega de um projeto. Esta linha de pensamentos de desenvolvimento ágil não é algo novo, há bastante tempo vem se discutindo e criando metodologias e ferramentas para automatizar tarefas e minimizar o esforço gerado para se construir sistemas computacionais. Uma discussão interessante nasce com estas necessidades, pois muitos acreditam naquele velho ditado que a pressa é inimiga da perfeição, ou seja, como garantir qualidade de entrega com prazos de entrega cada vez menor. Alguns pontos devem ser esclarecidos neste sentido, pois bem, existem algumas informações na elaboração do projeto que não podem ser negligenciadas. Da fase de concepção de um projeto até ao ponto de mão na massa muitos fatores devem ser analisados, isto significa dizer que não podemos iniciar alguma atividade de desenvolvimento sem ter exatamente a ideia do que deve ser feito, pois do contrário assumimos um risco enorme de fazer alguma coisa que não vai atender a necessidade do cliente e ter retrabalho, isso sem contar com grandes chances de atrasar a entrega.

Do ponto de vista do processo metodológico é impossível dizer qual é o melhor modelo a se trabalhar, pois isto é algo que depende de pessoas e os seres humanos são bem diferentes dos computadores. Isto implica em dizer que a adoção de um modelo rígido ou um modelo ágil de desenvolvimento depende muito da cultura da equipe e do formato do negócio. Uma equipe de desenvolvimento interna dentro de uma empresa do segmento farmacêutico, por exemplo, é bem diferente de uma célula dentro de uma fábrica de software. Entretanto, as metodologias ágeis vêm se difundindo bastante pela proposta que elas trazem, pois excesso de burocracia não só atrapalha como não agrega valor algum, pois do que adianta formalizarmos algo que ninguém vai ler ou que seja de difícil compreensão. Aí nascem outros problemas como o de comunicação que atrapalha bastante o desenvolvimento de qualquer atividade profissional. Olho no olho e contato pessoal em muitos cenários promovem um ambiente mais amistoso pela interatividade e troca de experiências geradas, sem dizer que dúvidas que apareçam são imediatamente esclarecidas.

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