De que se trata o artigo

Apresentar os principais modelos e cenários, hoje existentes, de computação nas nuvens e de como melhor aproveitar as vantagens oferecidas em fazer essa conversão usando tecnologias Microsoft. A principal funcionalidade deste artigo é a de esclarecimento de pontos turvos referentes ao mercado e as nuvens, e como melhor se preparar para as mudanças que ainda estão por vir, impulsionadas por esse novo mercado.


Em que situação o tema é útil

Em conhecer os conceitos e ferramentas disponíveis da Microsoft que podem ajudar uma empresa a embarcar nesse novo mercado chamado simplesmente de nuvem, cloud computing.

Trabalhando nas Nuvens

Com o advento do conceito de computação nas nuvens o assunto de convergência de mídias é algo estranho para muitos profissionais de TI, essa falta de conhecimento pode conduzir a muitas dificuldades para se desenvolver soluções reais para tais ambientes. Para tentar pelo menos nortear muitos desses profissionais, este artigo busca o esclarecimento. Um exemplo prático de como desenvolver uma solução hibrida, com os serviços rodando de forma local e uma base de dados nas nuvens será desenvolvido.

Visão geral da computação nas nuvens

Pode até parecer um assunto repetitivo, mas são notórias as evoluções proporcionadas pela computação nas nuvens para as empresas e seus negócios, sejam essas nuvens Públicas ou Privadas. Neste artigo pretendo explanar sobre os principais serviços oferecidos nas nuvens e seus benefícios, e para não ficar somente em uma conversa de amigos, vou mostrar de forma simples e objetiva como criar uma aplicação que se integra a uma nuvem pública.

Computação nas nuvens tem um sinônimo muito próximo de agilidade, flexibilidade e inovação, demonstrações técnicas do assunto mostram como é fácil usar o processamento distribuído na nuvem para acelerar aquele trabalho pesado um determinado sistema pode realizar, como é fácil adicionar novos computadores para manter a estabilidade e tudo isso com ar de novidade. Por que será que se passou a pensar nela só agora? Na verdade, para o mercado de TI, as nuvens são uma realidade com mais de 10 anos. A pioneira em apresentar Software como Serviço (SaaS) é Salesforce. Enquanto muitas outras empresas olhavam o movimento com certo entusiasmo, a Salesforce se firmava cada vez mais. Hoje sentimos mais a presença das nuvens, pois muitas empresas passaram a oferecer tais serviços para seus clientes; dentre elas temos a IBM, Oracle, SAP e a Microsoft.

Ao se falar em computação na nuvem é preciso primeiro entender seus modelos. Temos três grandes modelos de nuvens muito difundidos, vamos aos detalhes:

• Nas nuvens públicas, as atividades ou funções são oferecidas como um serviço através da internet, reduzindo os obstáculos de criação de aplicativos online confiáveis e dimensionáveis;

• Nas nuvens privadas,tais atividades ou funções são oferecidas como um serviço através da intranet, esse tipo de nuvem é que se destaca em número de adoção, pelo fato de que muitas empresas ainda não acreditam na segurança oferecida nas nuvens públicas quando o assunto são seus dados;

• No último modelo de nuvem, híbrida, ela une, de acordo com a necessidade de cada empresa, as principais funcionalidades das nuvens públicas e privadas. Podemos citar como funcionalidade de uma nuvem pública a facilidade e capacidade de expandir seu poder de processamento e para as nuvens privadas sua segurança.

Nestes três modelos de nuvens resumidamente apresentados até aqui já se tem alguns serviços sendo oferecidos, dentre ele se destacam:

Platform as a Service (PaaS): Plataforma como Serviço. Trata-se de uma solução mais ampla para determinadas aplicações, incluindo todos os recursos necessários às operações, como armazenamento, banco de dados, escalabilidade, suporte a linguagens de programação, segurança etc;

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