
ntação técnica de como esse serviço deve ser solicitado é atribuição dessa entidade, além de informações de codificação e protocolos de transporte para uma implementação particular de portType. Ainda assim, observe que um binding apresenta informações abstratas, vários Web Services podem implementar um portType com seus respectivos bindings;
· service e port: agora já estamos falando de uma implementação específica. Podemos apontar um service com um conjunto de port’s como sendo um Web Service. Cada port representa a implementação de um portType usando um binding específico. As combinações são várias, um service pode trazer vários port’s que implementam um mesmo portType, mas usando um binding (codificação/protocolo) diferente. Um service também pode conter vários port’s por implementar portTypes diferentes;
· import: essa diretiva adiciona grande possibilidade de reutilização e flexibilidade aos documentos WSDL. Ela permite que tenhamos essas entidades, descritas anteriormente, em arquivos separados, havendo apenas um vínculo lógico.
Conceitualmente podemos dividir um documento WSDL em duas partes: WSDL Service Interface Document e WSDL Service Implementation Document. A primeira deve manter apenas as definições abstratas, portanto reutilizáveis. Na segunda mantemos as informações inerentes a uma implementação particular da especificação (Figura 1).

Figura 1. Dividindo conceitualmente um documento WSDL
O mapeamento é feito em dois momentos distintos. Começamos pelo WSDL Service Interface Document, que dará origem ao tModel. Consulte a Tabela 1 para detalhes desse mapeamento.
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UDDI tModel |
Instruções de mapeamento |
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Nome (name) |
Devemos usar como name do tModel o valor do atributo name da tag <portType> do nosso documento WSDL. A escolha de um bom nome, claro e signifcativo, pode ajudar bastante sua descoberta. Essa é uma propriedade de preenchimento obrigatório. |
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Descrição (description) |
Uma string contendo até 255 caracteres. Normalmente usamos o conteúdo do elemento ... |
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