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Testes unitários JUnit, automação com Ant e sugestões
para a a implantação eficaz de testes unitários A criação de
testes unitários pode parecer, de início, algo trabalhoso e possivelmente sem
retorno no desenvolvimento, mas quando testes são implementados de maneira
produtiva, as vantagens começam a aparecer, tão cedo quanto as primeiras
mudanças no ambiente ou nas funcionalidades da aplicação. Imagine mudar o
tipo do campo de uma tabela acessada por mais de um componente Java, por
exemplo. Pode parecer complicado garantir que o sistema continua funcionando
corretamente após uma mudança desse tipo, mas é aí que entram os testes
sistematizados e automatizados. Testes executados diariamente, de forma
automática, apontam problemas assim que eles acontecem, reduzindo bastante o
custo de consertá-los. Neste artigo,
veremos como criar testes unitários com o JUnit e como automatizá-los com o
Ant, além de discutir sugestões e melhores práticas. JUnit O JUnit é um
framework de testes já bastante conhecido e amplamente usado no mercado. As
principais ferramentas de desenvolvimento se integram com o JUnit e existem muitas
extensões e ferramentas livres. A criação de testes
com o JUnit é simples – tudo é feito seguindo um modelo de programação bem
definido e auxiliado por uma biblioteca. O framework inclui, basicamente: • Uma classe base,
que as classes de testes da aplicação devem estender; • Um conjunto de
métodos auxiliares para a verificação de asserções, tais como checar a
igualdade do conteúdo de dois objetos; • Ferramentas para
execução dos testes. O diagrama UML da
Figura 1 mostra o que é necessário para criar uma classe de teste do JUnit:
estender a classe TestCase e criar métodos com o prefixo test. As
subclasses de TestCase são automaticamente reconhecidas pelo ambiente de
execução do JUnit. ...