Esse artigo faz parte da revista Java Magazine edição 50. Clique aqui para ler todos os artigos desta edição

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Projeto JBoss em Foco

Conheça o universo em expansão do JBoss

          

O JBoss nasceu em 1999 (com o nome EJB-OSS¹, que logo teve que ser abandonado porque “EJB” é uma marca registrada da Sun). Nesta época, ninguém imaginava que um projeto de software livre iria competir em pé de igualdade pelas maiores e mais críticas aplicações corporativas, com pesos-pesados da IBM, BEA e Oracle. Mas em 2007, oito anos depois, o JBoss é reconhecido por muitos não apenas como o mais popular, mas também como um dos mais poderosos servidores de aplicações Java EE do mercado, liderando inovações que levaram ao padrão EJB 3 do JCP e à disseminação das técnicas de AOP na comunidade Java. Este artigo complementa o artigo de capa sobre JBoss (Edição 46), falando sobre a história do servidor de aplicações, o ecossistema que se formou em torno dele, e também sobre como um projeto de software livre pôde conseguir aceitação em lugares onde  o fator custo tem peso relativamente baixo na tomada de decisões. O corpo principal do artigo inclui um histórico do projeto de software livre e da empresa que levam o nome JBoss, além de uma discussão sobre o efeito da aquisição do JBoss Group pela Red Hat. Os quadros apresentam detalhes sobre versões do JBoss Application Server e uma visão geral de outros projetos livres do JBoss.org.

 

Nota 1:  Enterprise JavaBeans Open Source System

 

Versões do JBoss ASS

É normal que usuários de projetos de software livre se confundam com a grande quantidade de downloads ou distribuições oferecidos pela maioria dos projetos. No caso  de um servidor de aplicações, a variedade é ainda maior, porque são necessários vários estágios de “teste”, até que o software seja considerado estável e maduro o suficiente para um ambiente de produção corporativo.  Por isso, este quadro explica não apenas as diferenças entre os releases “estáveis” ou “para produção” do JBoss AS, mas também o critério utilizado para nomear os vários releases “instáveis” ou “de testes” do servidor de aplicações livre. O status de cada download é identificado por um dos sufixos a seguir:

  • GA – Versão final, homologada para ambientes de produção (General Availability).
  • SP – Upgrade corretivo para uma versão final, de produção (Service Pack).
  • CR ...
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