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Editorial

 

Desenvolver software orientado a objeto não é trivial. Principalmente para quem já desenvolveu ou desenvolve utilizando o paradigma estruturado. Se fosse somente isso, bastaria treinar a equipe de desenvolvimento ou contratar analistas “puros”, ou que sempre trabalharam utilizando a orientação a objetos. Mas sabemos que os problemas vão muito além destes. Atualmente para desenvolver um software lidamos com uma grande variedade de tecnologias que devem estar integradas para ter um produto funcional para entregar ao cliente. Mas essas tecnologias muitas vezes influenciam na forma com as demais devem se comportar ou estar configuradas. Um exemplo que sempre é bastante debatido é a questão do mapeamento objeto relacional para termos entidades persistentes em nossa solução. Questões como: Qual linguagem de programação devo utilizar? Um banco relacional resolve nosso problema ou devemos considerar a possibilidade de utilizar um orientado a objetos ou com funcionalidades intermediárias entre eles? Optando por um banco relacional, como fazer o mapeamento? Qual framework de persistência utilizar? Enfim, são diversas variáveis que devemos considerar. ...

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