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Fórum Revista SQL Magazine - Edição 37 - Nas bancas de todo Brasil #57387

06/12/2006

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[size=18:d2281b372e][b:d2281b372e]Revista SQL Magazine - Edição 37 - Nas bancas de todo Brasil

Confira aqui o resumo desta Edição[/b:d2281b372e][/size:d2281b372e]


[b:d2281b372e]SGBDs free e as alternativas gratuitas da Microsoft, Oracle e IBM
Por Equipe SQL Magazine[/b:d2281b372e]

Sem dúvida alguma, um fator limitante à implementação de projetos de TI (Tecnologia da Informação) em pequenas e até médias empresas é o tão falado TCO (Total Cost of Ownership – Custo Total de Propriedade). Com o foco neste sentido, cada vez mais as opções Open Source vêm ganhando mercado, inclusive com grandes projetos em empresas de grande porte.
Este é um sinal claro de que o movimento Open Source é um movimento maduro e capaz de oferecer soluções realmente profissionais com baixo custo.
De olho nesta fatia do mercado, tradicionais fabricantes de SGBDs proprietários como Oracle, IBM e Microsoft disponibilizaram recentemente versões gratuitas dos seus consagrados SGBDs. E, inevitavelmente, uma análise dos SGBDs free e as alternativas gratuitas dos proprietários não poderia deixar de ser feita pela SQL Magazine.
Convidamos seis especialistas para tecer seus comentários sobre três opções Open Source – Firebird (Ivan Mecenas), MySQL (Eber Duarte) e PostgreSQL (Carlos Eduardo Smanioto) – e três opções proprietárias – IBM DB2 UDB Express Edition (William Silva), Oracle 10g Express Edition (Roberto Rubinstein Serson) e SQL Server 2005 Express (Nilton Pinheiro).
A equipe SQL Magazine definiu os tópicos a serem explorados:
•Limitações: sem dúvida alguma, é de extrema importância o conhecimento prévio de quais as limitações impostas pelo SGBD antes da escolha definitiva da solução. O SGBD deverá suportar o ambiente que ele deverá “tomar conta”, levando em consideração a memória, capacidade de armazenamento, utilização de recursos de CPU e quais as plataformas que poderão “acolher” o SGBD;
•Recursos de desenvolvimento: não podemos esquecer que os sistemas estão em constante desenvolvimento e, por esse motivo, é importante conhecer quais os recursos cada SGBD oferece. Triggers, Stored Procedures e Functions são recursos já consagrados no desenvolvimento de sistemas, já o XML, Java e Orientação a Objetos são conceitos que estão cada vez mais sendo agregados ao desenvolvimento;
•Compatibilidade ao padrão ANSI: a portabilidade dos sistemas tem sido uma das “vedetes” da “nova onda” de desenvolvimento. E neste sentido, a compatibilidade com a linguagem SQL ANSI é fundamental;
•Administração: não podemos deixar “de fora” as tarefas do DBA. Tão importante quanto o desenvolvimento do sistema, é a maneira pela qual o banco de dados é administrado;
•Backup: e se houver um problema de hardware? ou mesmo sistema operacional? houve blackout e o nobreak falhou? Precisamos ter certeza que teremos uma cópia de segurança;
•Restore: ufa!! Temos uma cópia de segurança. E o que fazer para restaurá-la caso necessário? Tão importante quanto a política de backup, é a política de restore;
•Replicação: a globalização vem tomando conta do ambiente da empresa. Bancos de dados distribuídos, atualizações on-line tanto da filial para a matriz quanto o inverso são realidades cada vez mais constantes;
•Segurança: espionagem, invasões, funcionários insatisfeitos. Vários são os problemas que podemos enfrentar em relação à proteção dos dados, extremamente preciosos à organização;
•Ferramentas: a produtividade, eficiência e eficácia no desenvolvimento/administração do sistema são metas cada vez mais presentes na organização e nada como ferramentas para auxiliar a alcançar este objetivo;
•Desvantagens: “nem tudo são flores” e sabendo disso, serão descritos os pontos fracos ou desvantagens na utilização do SGBD;
•Outros: nesta sessão, serão mostradas características relevantes de cada SGBD que não estejam inseridas nos tópicos anteriores;
•Serviços agregados: além das atividades comuns de banco de dados, como armazenamento e consultas, será descrito quais os serviços que vão além do “arroz com feijão” do SGBD;
•Por que utilizar?: está é a grande questão que margeia o artigo, após a visão geral do SGBD, incluindo seus pontos fracos, os especialistas colocarão seu ponto de vista sobre motivos pelo qual você deva utilizar a solução de SGBD.

O grande objetivo da SQL Magazine, mantendo a tradição de isenção na adoção de uma tecnologia, é proporcionar ao leitor um embasamento técnico sólido no momento de decisão entre um SGBD ou outro para atender a necessidade da corporação.
Não temos a menor pretensão em indicar ou sugerir qual SGBD deva ser escolhido, apenas fornecemos o meio pelo qual especialistas em cada tecnologia exponham as características principais de cada SGBD.
Ao final, será apresentada a consolidação destas informações para que o leitor/corporação possa optar pela tecnologia que melhor lhe atenda
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[b:d2281b372e]IBM DB2 UDB Express-C Edition
Por William Silva[/b:d2281b372e]

Em 30 de janeiro de 2006, a IBM lançou o DB2 Express-C voltado para a crescente comunidade de desenvolvedores e ISVs, além do suporte e documentações através do developerWorks Portal. A necessidade de lançar um SGBD versátil, fácil de implementar, voltado para a plataforma baixa e sem custo fez com que a empresa liberasse o core technology do DB2 Universal Database™(UDB) Express Edition V8.2.2, excluindo algumas ferramentas como: Warehouse Manager tools & servers, Extender support, Informix Data Source Replication, Replication Data Capture, APPC and Netbios. O projeto final resultou em um produto chamado DB2 Universal Database Express-C. Em sua atual versão 9.1, o DB2 Express-C 9.1 coloca-se como primeiro Servidor de dados híbrido a gerenciar tanto dados relacionais quanto XML em um mesmo Servidor, empregando uma arquitetura totalmente voltada para o conceito de Service Oriented Architecture (SOA). Para desenvolvedores de solução e arquitetos, ele oferece uma gama enorme de integração e acoplamento com várias ferramentas open source ou proprietárias como: PHP e Zend Core, IDE Eclipse e WTP, Java, Web Services, SOA, WebSphere Application Server, Rational Application Developer, .Net e Microsoft Visual Studio, Rails e etc.
Mais algumas flexibilidades estão inclusas como o suporte a tipo de dados XML que o torna um híbrido XML e SQL, suporte à linguagem XQuery padronizada pelo World Wide Web Consortiun (W3C), ferramentas administrativas, utilitários de otimização, segurança avançada, Centro de Controle otimizado, etc.

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[b:d2281b372e]Firebird
Por Ivan Mecenas[/b:d2281b372e]

A versão 1.0 do Firebird, apesar das melhorias introduzidas, é completamente compatível com o InterBase 6. Versões posteriores, como a 1.5 e a 2.0, recentemente lançada como Release Candidate 3, já não guardam plena compatibilidade com aquela versão. Na versão 1.5, o código-fonte foi totalmente revisto e portado de C para C++. Além da mudança de linguagem, o Firebird ganhou novo gerenciamento de memória. Vale ressaltar que a versão 1.5 foi realizada nos bastidores do código, sem alteração na interface de programação (API), o que significa dizer que aplicativos escritos para a versão 1.0 funcionariam na versão 1.5 com pouca ou nenhuma alteração.
Em dezembro de 2003, com base no código alfa do Firebird 2, criou-se o projeto Vulcan com o propósito de redesenhar a arquitetura de threading do engine do banco. Com release previsto para 2007, o Firebird 3 (fusão do Firebird 2 com o Vulcan) promete ser a maior implementação no projeto do banco e está sendo desenvolvido para plataformas de 32 e 64 bits. Assegura-se que os programas escritos para as versões anteriores funcionarão sem mudanças nessa nova versão que, sem sombra de dúvida, apresentará uma estrutura muito mais robusta.
O Firebird (www.firebirdsql.org) é um software completamente aderente ao modelo cliente/servidor, especialmente projetado para uso local e redes WAN. Enquanto o servidor roda no computador hospedeiro da rede, a biblioteca cliente cuida para que a estação remota se comunique com os bancos de dados gerenciados pelo servidor. Por padrão, o servidor Firebird recebe (“escuta”) as solicitações dos clientes na porta 3050, que pode ser redefinida se julgado necessário. É importante detectar, no teste de uma instalação, se existe firewall bloqueando a porta padrão (ou a porta reconfigurada) e impedindo que as conexões se realizem.
Atualmente, o Firebird é distribuído em três formas: SuperServer, Classic e Embedded. A versão SuperServer trabalha com um processo único no servidor, criando linhas de execução (threads) para cada conexão. A versão Classic, indicada para ambientes com suporte SMP (Symmetric Multiprocessing), dispara um processo para cada conexão, necessitando de maior quantidade de memória RAM no servidor. A versão Embedded (embutida), uma variante do SuperServer para plataformas Windows, introduzida a partir do Firebird 1.5, é extremamente adequada para a criação de versões de demonstração de softwares, uma vez que o servidor, completamente funcional, é disponibilizado em uma única biblioteca dinâmica (fbembed.dll). Naturalmente, a versão é limitada ao método de acesso local e permite conexão com um único usuário. Uma aplicação “embutida” pode ser executada concorrentemente na mesma máquina em que se encontra um servidor Firebird normal. Contudo, os dois servidores não podem ter acesso a um banco de dados ao mesmo tempo.

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[b:d2281b372e]MySQL
Por Eber Duarte[/b:d2281b372e]

O MySQL é um SGBD com o código fonte aberto que reúne características capazes de atender às necessidades dos mais variados tipos de usuários. Este produto tem sido utilizado como solução para desenvolvedores de sistemas, provedores de serviços, aplicações Enterprise, bem como para suportar aplicações livres (GPL).
O MySQL é reconhecido mundialmente por sua facilidade de uso, desempenho, confiabilidade, suporte aos usuário do produto, bem como à sua disseminação de uso. Por conseqüência desta ampla comunidade, tem-se muitas documentações e livros sobre o produto.
Portanto, o MySQL é uma solução confiável e de baixo custo para aplicações críticas, com grandes volumes de dados e que necessitam de uma alta disponibilidade da aplicação.

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[b:d2281b372e]PostgreSQL
Por Carlos Eduardo Smanioto[/b:d2281b372e]

PostgreSQL é um poderoso SGBD objeto-relacional open source. Apesar de ter ganho popularidade nacional recentemente, o projeto está ativo há mais de 15 anos, possuindo uma forte reputação. Este SGBD pode ser instalado na maioria dos sistemas operacionais, incluindo Linux, UNIX (AIX, BSD, HP-UX, SGI ARIX, MAC OS X, Solaris, Tru64), e Windows. Ele incorpora totalmente os conceitos do ACID, incluindo suporte completo para foreign keys, joins, views, triggers e stored procedures (através de várias opções de linguagens de programação). Possui nativamente interfaces de programação para diversas linguagens, dentre elas: C/C++, Java, Perl, Python, Ruby, TCL, ODBC e muitas outras, além de ser extremamente bem documentado e possuir sites com diversas dicas para iniciantes.
Este SGBD é conhecido por ser uma solução open source para DBAs e desenvolvedores que têm familiaridade com o Oracle, por ser robusto e possuir conceitos similares.

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[b:d2281b372e]Oracle 10g Express Edition
Por Roberto Rubinstein Serson[/b:d2281b372e]

O Oracle 10g é sem duvida uma das versões mais surpreendentes e sofisticadas desse produto. O Banco de Dados Oracle XE (versão totalmente gratuita) oferece liberdade para desenvolver e implementar aplicativos de muitas plataformas e traz suporte para uma grande variedade de ambientes de desenvolvimento. Centenas de milhares de programadores Java, .NET, PHP e da Web, incluindo estudantes e fornecedores de soluções de terceiros, já baixaram o banco de dados da internet sem qualquer custo.
O Oracle XE traz recursos de performance, confiabilidade e segurança da versão 2 do Oracle 10g, pois foi construído sobre a mesma base de código. Por ser compatível com toda a família de produtos do Oracle, ele permite aos usuários a facilidade de começar com uma solução básica e ir mudando para outras versões quando necessário. Permite ainda que os desenvolvedores tirem total proveito do Oracle Application Express para rápido desenvolvimento e implementação de aplicativos baseados na Web.
Há compatibilidade integral entre todas as versões Oracle 10g, ou seja, uma package desenvolvida para ser executada no Oracle XE, será executada, da mesma forma, no Oracle Enterprise Edition.

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[b:d2281b372e]SQL Server 2005 Express
Por Nilton Pinheiro[/b:d2281b372e]

O SQL Server 2005 Express Edition (SQL Express) é a versão free do SQL Server 2005. Baseado nas tecnologias do SQL Server 2005 e, portanto, usando o mesmo engine de banco de dados que as demais edições, o SQL Express chega para substituir o MSDE 2000 oferecendo maior facilidade de uso e robustez. Suas facilidades de uso já começam em sua nova interface de instalação, que guia o usuário durante todo o processo e continua na administração dos bancos de dados através de seu conjunto de ferramentas. Ele também oferece suporte a linked servers, views, stored procedures, triggers (incluindo triggers de DDL), suporte nativo a XML, Transact-SQL, Full-text Search e Reporting Services. A partir de agora estarei fazendo uma introdução básica ao SQL Express falando sobre suas limitações, suas ferramentas e recursos.

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[b:d2281b372e]SGBDs free e as alternativas gratuitas da Microsoft, Oracle e IBM
Consolidando as informações
Equipe SQL Magazine[/b:d2281b372e]

Após a leitura dos seis artigos que formaram nossa matéria de capa, nada mais justo que a consolidação das informações em um único espaço, de fácil consulta, que poderá auxiliar no momento da escolha da opção que melhor atenderá a organização.
A Tabela 1 apresenta parte da compilação das informações disponibilizadas por cada autor. Apesar de cada artigo, elaborado por um autor diferente, não contemplar exatamente todas as informações constantes nesta tabela, uma consulta foi feita a cada um deles para confirmarmos a aderência ou não a cada uma das características listadas.

ItemSistema de Gerenciamento de Banco de Dados
DB2FirebirdMySQLPostgreSQLOracleSQL Server
Limitações
Número máximo de processadores2S/R1S/R1S/R111
Tamanho máximo de memória RAM4 GBS/R1S/R1S/R11 GB1 GB
PlataformaS/R1S/R1S/R1S/R1S/R1Windows
Tamanho máximo do Banco de DadosS/R17 TBS/R1S/R14 GB4 GB
Número máximo de conexõesS/R11024S/R2S/R1N/I232.767


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[b:d2281b372e]Índices no Oracle - Parte 2
Pedro Valiati[/b:d2281b372e]

Em continuidade à primeira parte do artigo sobre índices, publicado na edição 36 da revista SQL Magazine, abordarei novos aspectos referentes à utilização de índices no Oracle.
Veremos os conceitos sobre índices particionados, uma visão geral sobre o gerenciamento de índices e finalizo o artigo falando um pouco sobre tuning de uma maneira prática, através de um teste real.

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[b:d2281b372e]Desafio SQL Magazine
Modelagem de dados: utilização de agregações e estruturas de generalização/especialização
Marco Antônio Pereira Araújo[/b:d2281b372e]

Nesta edição temos o último desafio da série iniciada na edição 31 e, além de apresentar a solução do desafio anterior que consistia de um conjunto de consultas utilizando subqueries, também será proposto um novo desafio, desta vez modificando o modelo de dados do sistema de biblioteca para incluir funcionalidades que exercitem a utilização de agregações e estruturas de generalização e especialização.

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[b:d2281b372e]Administrador de Banco de Dados (DBA): Obrigações e Certificações – Parte I
Conhecendo o papel e tarefas de um DBA
Eder Couto, André Teixeira e Sérgio Terzella[/b:d2281b372e]


O Administrador de Banco de Dados (DBA) é o profissional responsável pela instalação, administração e suporte dos SGBDs, sempre garantido segurança, disponibilidade e eficiência à base de dados (ver Figura 1). Este profissional também estará envolvido em atividades administrativas e manutenções de rotina, tais como, instalar o banco de dados, manutenção das contas de usuário, gerenciamento de backups, ajuste de desempenho e recuperação dos dados. E ainda será responsável por projetar e manter a base de dados de uma organização e assegurar-se de que os dados estejam disponíveis somente aos usuários autorizados.
Para que todas essas tarefas sejam corretamente cumpridas, se faz necessário um ótimo conhecimento da arquitetura da base de dados, experiência e uma formação sólida.


Figura 1. Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD).

Baseando-se na importância desse papel em uma organização, será apresentada uma série de três artigos. Nessa primeira parte serão abordados o papel e tarefas a serem desempenhadas pelo DBA. Ainda nesse artigo conheceremos qual a relação de DBAs necessários em uma organização a partir de diversos fatores. No segundo artigo da série conheceremos um pouco sobre certificações de DBA, sua importância para o mercado de trabalho, as etapas para realizar uma certificação e como se preparar para alcançá-la. Por fim, conheceremos no terceiro artigo as certificações existentes em diferentes SGBDs, que possibilitam um maior crescimento profissional para um DBA.

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[b:d2281b372e]DevMedia Group - Marketing
www.devmedia.com.br
21-22205375
21-22205435[/b:d2281b372e]


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