Esse artigo faz parte da revista WebMobile edição 2. Clique aqui para ler todos os artigos desta edição

wm2_capa.gif

Clique aqui para ler este artigo em PDFimagem_pdf.jpgT face=Verdana size=2>A grande questão é saber se estamos preparados para usufruir desta nova tecnologia. Este artigo descreve algumas das peculiaridades da TV digital, as dificuldades presentes na implantação e as oportunidades que esta tecnologia trará para o mercado de desenvolvimento de hardware e software.

O padrão brasileiro

O governo brasileiro está investindo em pesquisas para disponibilizar o Sistema Brasileiro de TV Digital com custo reduzido para a população. Para isto, está contando com grupos de pesquisadores de diversas universidades para definir o padrão de transmissão que será adotado.

Atualmente, os padrões mais utilizados no mundo são o americano ATSC (Advanced Television Systems Committee), o europeu DVB (Digital Video Broadcasting) e o japonês ISDB (Integrated Services Digital Broadcasting).

O ATSC foi definido pela U.S. Federal Communication Commission (FCC) e adotado pelos países da América do Norte, Coréia do Sul, Argentina, dentre outros. O padrão refere-se a uma grande variedade de subsistemas necessários para geração, codificação, transmissão, transporte, recepção de vídeo, áudio e dado. Possui apenas os tipos de transmissão ATSC-T e ATSC-C. Adota o padrão Audio Compression (AC-3) para codificação de áudio e o MPEG-2 para vídeo. Apesar de estar bastante difundido, possui algumas limitações como a impossibilidade de ser utilizado em receptores móveis e ser controlado pelas companhias Zenith e LG, que não dispensam o pagamento de ...

Quer ler esse conteúdo completo? Seja um assinante e descubra as vantagens.
  • 473 Cursos
  • 10K Artigos
  • 100 DevCasts
  • 30 Projetos
  • 80 Guias
Tenha acesso completo