Fórum Inominável.(poema) #125474

01/07/2004

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Gente isso foi escrito hoje a tarde por mim e um colega poeta do forum do Cafe.
Espero que vcs curtam......




[b:ad31436564] Inominável.[/b:ad31436564]
Realmente isso é muito belo, e bom, mas somente para aqueles que conhecem o amor, pois para aqueles que não o conhecem o que resta?
O ódio, a insanidade, uma vida perdida, onde se encontra o desespero no amor ou na sua falta?
Resta viver vagando por noites sombrias e frias
Vegetando atraz de que algo que jamais saberemos que existe....
Mas o que existe, eu, você, nos dois
Eu já tentei ver, enxergar, sentir, mas o frio desta noite sombria me tira a vida, o amor o desejo de vida.
Continuo na busca por ti e por mim, ah...
Continua a buscar nas noites longas e frias
Continuo a sentir a lua com suas mãos lânguidas a me tocar
a me torturar por um amor jamais achado
Somos dois perdidos na noite, filhos da escuridão
Não temos ao amor, mas sim ao ódio gerado e consumido pelas nossas próprias vidas.
Iluminados pela lua cheia, cheia de ódio e rancor, seria isso que esperamos, o que esperemos?
Só queria te amar mais uma vez, somente mais uma vez antes...
que morte designo de todo ser venha ao meu encontro...
Que me leve novamente para o abismo, para escuridão
onde a muito tempo estive enclausurado
Por um sentimento obscuro
Um sentimento obscuro, uma vida obscura
Uma luta incessante, onde o amor e ódio lutam,
Onde não há ganhadores, mas somente perdedores
Prisioneiros do nosso próprio amor, nosso próprio ódio
Eu sou você, e você quem é...
as brigas, a raiva, as palavras ofensivas
a me pronunciar
nos seus momentos de ódio
no seus desatinos da vida
Eu te desejei, e você me matou,
Por mais que lutei por ti foi você quem me ganhou,
Me entreguei a você, e você o que fez?
Nada, nada, nunca tive você, mas você sempre me teve.
Eu o tive nas minhas mãos
Mais aos poucos fui sentindo-o escorer entre meus dedos
Tive medo de amar, de me entregar
e Sentir o peito rachar novamente de tanta dor.
Eu também tive, e tenho medo do que pode vir a existir
Só sei que amei, ti amei, ti odiei
Não quero mais estar só, nunca te tive, mas ainda sim te quero
Não me deixe só, pois eu sou você, e ainda te amo!

Dia 01/07/04 as 16:00
Escrito por Eder Correia Lira e Talita Cristian Schneider.


Schneider

Schneider

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Posts

01/07/2004

Beppe

Atacando de dueto agora Tali?


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01/07/2004

Schneider

Atacando de dueto agora Tali?


É que achei um colega e ele comecou o poema e eu fui respondendo e ele continuando
dai saiu esse ai :oops: :oops: :oops: :oops:


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02/07/2004

Paulo_amorim

Hummmmmmmmmmm achou um par eh :roll: :roll:

Xi vai dar porrada... :?


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03/07/2004

Afarias

Xi vai dar porrada


heim?!?! :roll: 8) :lol:


Hehehe... Tali, ficou 10 -- mais uma vez! :D


O título me lembrou outro poema, de minha poetisa preferida (junto com a Tali claro! ;)), entitulado ´[b:60494bb5a6]A Inominável[/b:60494bb5a6]´ ::


[color=darkred:60494bb5a6]
Leve... - Pluma... Surdina... Aroma... Graça...
Qualquer coisa infinita... Amor... Pureza...
Cabelo em sombra, olhar ausente, passa
como a bruma que vai na aragem presa...

Silenciosa, imprecisa, etérea taça
em que adormece o luar... Delicadeza...
Não se diz... Não se exprime... Não se traça...
Fluido... Poesia... Névoa... Flor... Beleza...

Passa... – É um morrer de lírios... Olhos quase
fechados... Noite... Sono.... O gesto é gaze
A estender-se, a alegrar-se... – E enquanto vão

fugindo os passos teus, visão perdida,
chovem rosas e estrelas pela vida...
Silêncio! Divindade! Iniciação![/color:60494bb5a6]

[i:60494bb5a6]Cecília Meirelles[/i:60494bb5a6]


T+


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05/07/2004

Schneider

Muito lindo o Poema brigada
E agora descobri por que as reticencias em suas palavras ???????????



Brigada mesmo....


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