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Guia de Referência Delphi

Neste Guia de Referência você encontrará o conteúdo que precisa para iniciar seus estudos em Delphi, uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos completa, principalmente para soluções desktop e mobile.

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Introdução

O desenvolvimento de software é uma ciência que ainda está dando os primeiros passos. Apesar dos recentes avanços em diferentes vertentes, não é raro ouvir falar de projetos de software que falham, seja durante o planejamento, seja em tempo de desenvolvimento ou mesmo após a entrega. E manter um código legado, por que ainda é tão complexo? Por que muitas vezes é mais fácil criar um novo software do que tentar evoluir um projeto antigo?

O avanço dessa ciência tem levado a muitas mudanças, e um bom exemplo disso pode ser observado no Delphi. Podemos dizer, inclusive, que muito dessa evolução tem relação direta com ele. Desde as primeiras versões o Delphi se tornou uma referência não apenas quando o assunto é criar programas para desktop, e veremos um pouco de tudo isso ao longo desse guia.

Com soluções que possibilitam ao programador criar um software simples em poucos dias e uma linguagem de programação de fácil aprendizado, logo conquistou um público fiel, que avalia, adota e dá sustentação às novidades, o tornando uma tecnologia cada vez mais madura e preparada para as diferentes solicitações do mercado.

Hoje o Delphi é muito mais do que uma IDE com uma linguagem de programação comum a alternativas que o tem como referência. O Delphi é uma plataforma de desenvolvimento completa, sendo composto por uma IDE, uma linguagem e um compilador próprios – todos com o mesmo nome: Delphi.

Está interessado em aprender mais sobre o que é o Delphi e ter o primeiro contato com essa tecnologia? Assista ao curso:

Agora você pode estar pensando: “Mas o desenvolvimento para desktop está com um mercado cada vez menor.”. E você está correto quanto a isso, mas como visto no curso, o Delphi continua evoluindo e hoje atua não apenas com soluções para desktop, mas também para web e mobile, trazendo para essas plataformas toda a expertise já aplicada na plataforma mais tradicional.

Primeiros passos

Com uma visão mais bem formada sobre o Delphi, e após quebrar alguns paradigmas, está na hora de começar a programar com ele, de dar os primeiros passos. Acredite, logo nos cursos introdutórios você conhecerá os principais componentes, assim como criará uma solução completa, pronta para utilizar em seu computador.

Muito disso se deve a um conceito marcante adotado pelo Delphi: o RAD, ou Rapid Application Development. Como o próprio nome indica, ele possibilita um desenvolvimento mais objetivo, mais ágil, do software, abstraindo preocupações comuns ao viabilizar a construção a partir do reuso de componentes.

Para ver na prática esse e outros conceitos que compõem a base do Delphi, acesse os posts abaixo:

Impressionante, não é mesmo? Você já participou de algum curso introdutório no qual em tão pouco tempo tenha aprendido a criar um programa completo em termos de lógica e interface? Normalmente ficamos “presos” a algumas configurações e terminamos com um “Hello, World!” um pouco mais avançado.

Recursos básicos

Vamos então começar a nos aprofundar no Delphi. Para isso, reunimos nesta seção um conjunto de posts que exploram alguns dos recursos mais básicos dessa tecnologia. A partir deles você se aprofundará em muitos recursos vistos nos posts anteriores, assim como aprenderá sobre outros, de forma a ter um rico leque de opções quando começar a trabalhar no primeiro projeto.

VCL

Certamente nos conteúdos explorados até aqui você já utilizou muitos componentes da VCL (Visual Component Library) afinal ela representa a base da programação Front-end em Delphi. É nessa biblioteca que encontramos os componentes necessários para construir a interface gráfica de nossas aplicações.

Com o propósito inicial de abstrair o conhecimento de APIs nativas do Sistema Operacional para montar as telas do sistema - propósito esse muito bem atendido desde a primeira versão - logo se tornou referência e possibilitou que o Delphi conquistasse grande parte do espaço que ele já ocupou no mercado.

Não seria um absurdo dizer que a VCL faz, ou já fez, parte do core do Delphi. Para aprender mais detalhes sobre ela, acesse:

FireMonkey

Ao falar em Delphi, é comum todos o relacionarem com a Win32. Por muito tempo isso foi considerado uma grande vantagem. Criávamos soluções fortemente integradas à API do Windows, o que levava a um desempenho e aparência diferenciados. Isso demonstra que essa integração tem suas vantagens, o que fez da VCL a biblioteca visual mais utilizada. No entanto, também torna a construção do front-end de soluções Delphi muito dependente de um sistema operacional, muito dependente do Windows.

Atualmente, para o bem da plataforma como um todo, essa dependência deixou de ser uma unanimidade, passando a ser questionada por muitos. O que aconteceria se a Microsoft optasse por "deixar de lado" a Win32? E o desenvolvimento multiplataforma, tão comum hoje em dia, o Delphi não vai atender a esse mercado?

Pensando nessas questões e em outros pontos tão importantes quanto, a Embarcadero, empresa que mantém o Delphi, optou por investir nessa área e acertou em mais um passo em sua evolução. Foi criado o FireMonkey. Com ele, podemos desenvolver soluções multiplataforma para Windows, Linux, Mac e iOS.

A partir de agora, o Delphi possui sua própria engine para renderização de componentes, o desacoplando das amarrações que o limitavam em muitos aspectos até então. Para se aprofundar nesse assunto, os links abaixo ensinarão tudo o que você precisa saber sobre uma das grandes revoluções, o FireMonkey:

Outros recursos

À medida que avança seus estudos no Delphi você notará que alguns requisitos de software podem se tornar muito mais simples de serem implementados. Para isso, no entanto, é preciso aprender sobre outros recursos, um pouco mais avançados. Abaixo, listamos alguns deles:

RTTI

Muitos programadores, das mais diversas linguagens, utiliza esse recurso no dia a dia sem ter uma real noção da importância do mesmo. A RTTI, conhecida como Reflection em Java e .NET, permite ao programa acessar informações (metadados) de métodos, propriedades, entre outros artefatos do código em tempo de execução e, a partir disso, tomar diferentes decisões.

Para aprender sobre esse recurso, acesse:

JSON e XML

Saber manipular dados em formato JSON e XML também é muito importante para o programador Delphi. São inúmeros os tipos de projeto nos quais a adoção desses formatos é comum. Para lidar com a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), por exemplo, o XML é fundamental. Por sua vez, quando lidamos com web services RESTful, o formato JSON é o mais adotado.

Enfim, a integração de sistemas em si tem forte relação com esses formatos de dados. Para aprender sobre eles, acesse:

DataSnap

Até pouco tempo o desenvolvimento de aplicações em camadas no Delphi não era uma referência entre os desenvolvedores, e muito disso tinha relação com a dependência do COM (Component Object Model), criado pela Microsoft. Contudo, esse modelo não acompanhou a evolução do desenvolvimento de software e, consequentemente, passou a limitar a adoção do DataSnap.

Ao observar essa situação, recentemente o DataSnap foi remodelado, passando a adotar a protocolo TCP/IP, o que, entre tantas novas oportunidades, trouxe para o Delphi a possibilidade de criação de web services RESTful mantendo um modelo de desenvolvimento em camadas já consolidado.

A partir disso o DataSnap voltou a ser uma referência, um assunto de grande relevância para a comunidade, os desenvolvedores. Para aprender sobre ela, acesse os posts abaixo:

Debug e Exception

Desenvolver aplicações não é uma tarefa tão simples e um dos pontos principais é garantir que a mesma não apresente erros durante seu funcionamento. Imagine seu cliente descobrindo que o cálculo de comissão está sendo feito de forma incorreta? Ninguém ficará satisfeito, não é verdade?

Para garantir um bom funcionamento do software você pode utilizar técnicas de depuração e exceções. Com elas, você também poderá aprimorar a produtividade da sua equipe, bem como a confiabilidade e a integridade das informações e garantir que um processo pare, caso precise ser interrompido no meio. Veja abaixo posts exclusivos sobre debug e exceção:

Documentação

Nesta seção você encontrará conteúdos que abordam conceitos e recursos da linguagem, explicando para que servem e como utilizá-los. Faça uso desse conteúdo para consulta rápida:

Conteúdo Extra

Para concluir esse guia, agrupamos nesta seção um conteúdo adicional, para que você possa ampliar seus horizontes no aprendizado desta já antiga, mas sempre renovada plataforma.

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