Por que eu devo ler este artigo:Qualquer tipo de mudança planejada em um ambiente de banco de dados pode causar impactos, tanto positivos como negativos. O Oracle Real Application Testing é uma ferramenta para o Oracle Database capaz de prever e mensurar riscos e benefícios para uma modificação seja ela de hardware, software ou configuração. Neste artigo o Oracle RAT é contextualizado e abordado em sua essência. Na realização de migração de bancos de dados, o resultado final é incerto, a homologação de todos os aplicativos que utilizam o banco precisa ser automatizada para garantir estabilidade após a migração ou modificação do ambiente, como a alteração de pacotes no sistema operacional, a modificação do hardware, de parâmetros de banco, da versão do SGBD, ou mesmo tudo isto de uma vez. O Oracle RAT promete fazer esse papel e cumpre bem.

No mercado financeiro de ações, a bola de cristal pode ser vez ou outra, uma análise gráfica guiando o caminho do investidor diante de oportunidades e riscos. Na TI, técnicas de previsão e simulação são menos evidentes, todavia, quando empregadas reduzem custos e aumentam a eficácia empresarial. Quando inexistem, prejuízos são eminentes. Sistemas podem ficar instáveis ou indisponíveis quando a gestão e infraestrutura de TI dá um passo em frente no escuro em razão de uma mudança descontrolada ou sem previsão exata do impacto. Isso é, igualmente a um investidor que movimenta ações apenas com bons fundamentos, a TI precisa avaliar e simular riscos antes de escolher ir adiante em uma manutenção do ambiente de TI.

Sistemas complexos e heterogêneos permanecerão estáveis quando mudanças de software forem realizadas? O que dizer sobre o impacto de migrações, atualizações e alterações de parâmetros em bancos de dados? Como saber se investimento em hardware será compatível com um resultado positivo em um ambiente específico, com previsão factível e podendo desconsiderar previsões de prova de conceito do fabricante realizadas em ambiente genérico?

A sustentação da TI é essencialmente baseada na evolução, então situações semelhantes são diárias e responder essas questões com propriedade é a garantia de antever problemas, conduzindo o ambiente para o melhor cenário possível. Diversos problemas são comuns durante e após modificações em nível de hardware, rede, sistema operacional e banco de dados. Erros de conexão para banco de dados, falhas de acesso em disco, lentidão de rotinas e consumo elevado de CPU são apenas alguns dos inúmeros problemas comuns após manutenções, mesmo que planejadas.

Os bancos de dados precisam estar disponíveis possibilitando sempre o acesso a informações corretas, respondendo às solicitações com desempenho aceitável, de preferência imediatamente, ou no máximo em alguns poucos segundos. Em contrapartida, atualmente as empresas fazem investimentos consideráveis em hardware e software para mudanças de infraestrutura de TI, gerando então manutenções com riscos de impacto na disponibilidade e desempenho dos ambientes de banco de dados.

Avaliar previamente os riscos de uma mudança se traduz em lucro para as organizações e satisfação dos clientes, afinal, é natural desistir de serviços com sistema temporariamente indisponível, instável ou lento.

Dessa forma, mudanças descontroladas são riscos de prejuízo para as empresas. Quando somos capazes de simular com exatidão o comportamento de um ambiente após uma modificação, podemos nos antecipar a possíveis erros e contornar a situação antecipadamente. Prever um comportamento futuro também é muito interessante para mensurar melhorias. Qual o melhor hardware, sistema operacional e versão de SGBD para o meu ambiente? Especificamente rodando minhas rotinas? O Oracle RAT é capaz de coletar uma carga de trabalho de produção e replicar em diversos cenários distintos, comparando os resultados e indicando o caminho a ser seguido.

O custo da má gestão de mudanças na TI

A multinacional EMC realizou um estudo em 2014 através da empresa de pesquisa de mercado Vanson Bourne que questionou 3,3 mil gestores de TI e apontou um prejuízo anual US$ 954 bilhões em razão da inatividade de sistemas em 24 países, incluindo o Brasil, onde a pesquisa se baseou em 125 organizações que tiveram um prejuízo de 26 bilhões de dólares. Todavia, como dado positivo, o Brasil foi classificado nesse mesmo estudo como estando entre os três países que mais consideram importante a proteçã ...

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